O filme trata de diversas questões ligadas a ética de imprensa através da história das fraudes inventadas por Glass, um jovem jornalista que inventou fontes, acontecimentos, personagens e até mesmo histórias inteiras com total poder de convencimento. Os fatos vão evoluindo e Glass passa a ser observado pelos concorrentes que exigem a presença de seus repórteres em todas as coberturas em que ele esteja. Logo, após toda essa descoberta, Glass é demitido e os seus trabalhos investigados, no qual, se chega à conclusão que todas as histórias publicadas durante todo o seu tempo de trabalho, das quarenta e uma, vinte e sete foram inventadas.
O glamour que a profissão parece oferecer aos melhores profissionais da área provoca, em geral em nós estudantes, a vontade de querer um lugar ao sol. Mas, não devemos esquecer-nos dos conceitos éticos e morais e o compromisso com o “jornalismo”, sabendo definir claramente o nosso papel perante a sociedade, a importância e o cuidado que devemos ter ao noticiar ou publicar um fato. A forma básica é seguir as regras que aprendemos desde o inicio da vida acadêmica que preza o uso de fontes seguras e publicar as notícias depois de fazer todas as checagens necessárias.
No entanto, acima da farsa, está a capacidade de encontrar na realidade elementos suficiente para produzir boas matérias, capazes de agradar os leitores e criar a famosa credibilidade que tanto o jornalista preza. O filme, portanto trás lições diversas para a compreensão do universo jornalístico e das atitudes que podem arruinar a carreira de um jornalista e até mesmo de uma organização.

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